Um dia no Festival em Escoral

A praça é rodeada de  prédios baixos e árvores. As cores refletem o sol intenso como um arco-íris em tons de branco, pastel, rosa e lilás. Banners sobre o festival e a peça estão pendurados sobre a fachada de alguns dos prédios, avisando o horário que se aproxima. No centro da praça, uma fonte jorra água e crianças estão nadando na parte mais baixa, brincando de pega-pega e jogando água um nos outros. O calor escaldante faz com que vendedores estejam a todo o momento rodeados de pessoas pedindo bebidas de variados tipos de sabores de sucos, refrescos e frutas congeladas no palito.

O palco está montado na parte sul da praça, para aproveitar a luz e localização com poucas árvores. Faixas, guardas e pessoas da organização separam os camponeses, que ocupam o maior espaço em comparação com a área destinada aos nobres, membros da igreja e guildas. E, esprimidos entre os dois grupos, uma pequena faixa de pessoas busca ver o palco improvisado de madeira com panos pintados, que tem como fundo um cenário de campo, com uma pequena vila em contraste e uma capela.

As pessoas vão encontrando onde ficar. Adolescentes e crianças sobem nas árvores. Um vorox passa com alguns guardas patrulhando a entrada da praça, desviando carretas das ruas que dão acesso a ela. Alguns camponeses sentam no chão, enquanto a maioria fica em pé no meio da praça. E, sentados mais a frente, a elite aguarda o inicio da peça.

 

 

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