Apresentações, seguida de morte!

Então Daji se aproxima e cumprimenta cada um dos nossos heroís:

“ Arthur, que bom tê-lo conosco, mesmo que esteja escondendo toda sua nobreza , não há diferenças aqui.”

“Alex, é bom termos um pilot aqui, mesmo que um tanto qto insuborndiando, seja bem vindo.”

“Rafael, suas conquistas e feitos são conhecidos, mas o que quer conquistar, será seu.”

“Andrew, suas habilidades são impressionantes e não precisa temer segredos entre nós.”

“Aih-Al-Tok, é bom ter um representante dos Etyri conosco. Será muito honrado.”

“B’elKar, guerreiro dervishe que tem renomoe nos seus combates, uma honra te-lo conosco”

“Taywin, uma ukari de renome entre nós. Seja bem vinda e tenha certeza de que nós sabemos como recepcionar os de sua raça.”

“Syn, tão jovem e talentosa. Tenha certeza que suas habilidade aqui são excepcionais.”

“Jal, grande guerreiro e forte protetor dos musters, sua presença é muito ilustre.”

“Lorak, a raça gannok é trazida aqui por sua presença e muito honrada ela é, e claro pela suprema ordem dos engenheiros que vc tbm representa.”

“Ísis, uma Decados, mesmo que te outra dfamilia, é uma felicidade te-la aqui conosco. Não se acanhe conosco.”

“Padre Gregor, uma honra ter alguém da Ordem Eskatonica. Apesar de estar só, saiba que sombras não irão se transpor no seu caminho.”

Após se apresentar a todos, Daji deixa todos muito confiantes em si e contentes de terem sido notados por suas qualidades.

Alguns serviçais começam a oferecer bebidas e canapés diversos. Jal sempre enche as mãos a cada bandeja, comendo grandes quantidades.

De uma das entradas, andando calmamente um homem perto dos eus 60 anos, mas aparenta ser mais novos devido ao Elixir. Alto, possui cabelos grisalhos cortados curtos. Possui um corpo forte e avantajado e mostra sinais de estar engordando, em especial na cintura. Possui um nariz aquilino, lábios finos e um queixo pontudo. Piercings na orelha esquerda e um par de tatuagens que começa nas mãos e sobe os braços e uma mulher o acompanha, sendo ela  jovem, bonita e lasciva. Possui o rosto fino e bem branco e possui olhos verdes. Seus cabelos são compridos indo até o meio das costas e sua coloração é negro até os ombro e abaixo dos ombros, loiro. Com um piercing no septo do nariz completando seu visual. Possui um corpo magro e sensual realçado pelo vestido preto e verde que usa.
“Sejam bem vindos meus caros. É muito bom ter todos aqui que eu chamei. Saibam que sua vinda aqui, não será em vão. Sou o Marquês Alexei Decados e esta é minha filha Alexia.”

Após receber os comprimentos dos seus subordinados, dos barões, da Daji e dos convidados (jogadores), o Marquês pergunta a eles se gostaria de jantar primeiro ou saber o motivo da vinda deles aos domínios dele.

Quase todos desejam saber da vinda deles a Grail e o por que foram chamados.

O Marquês começa a andar e no caminho começa a explicar: “Como devem saber, faz muito tempo que não saio do planeta e provavelmente querem saber por que e como os chamei. Bem cada um de vocês foi observado durante algum tempo e percebi que possuem habilidades que são incomuns ou necessários ao objetivo que tenho em mãos. Mas não se iludam, pois cada um de vocês não é indispensável.”

Chegam a uma sala diferente da restante da mansão, possui apenas duas entradas, não tem janelas e possui paredes reforçadas com concreto. A sala estaria em escuridão completa se não fosse um único feixe de luz direcionado a um pedestal no centro da sala. Iluminando um pequeno objeto do tamanho de uma lata de refrigerante, com sulcos. Alex diz em voz baixa, mas devido ao silêncio, todos o escutam “Uma chave de portal.”

“Sim meu caro Charioteer,  uma chave, mas não é uma simples chave. Ela faz parte do que os Annunaki chamam de Trinidade.” Ele se posiciona de forma a todos poderem ver o objeto e continua sua explicação: “Nas minhas explorações, encontrei um obelisco cheio de runas que falava de um lugar chamado Balcora. Ao que me parece ser um sistema solar. Em Balcora diz ter grandes tesouros e conhecimento dos Ur a muito esquecido.”

Lorak Tenu se exalta: “Uma caixa de Pandora.”

“Pode ser” diz o marquês “Mas não sabemos com certeza o que há dentro. Sabemos que precisamos de três chaves, sendo que tenho apenas uma delas. O objetivo de vocês, meus caros, é buscar as outras duas chaves.”

Syn pergunta, “Mas como chegamos em Balcora?”

“De acordo com os textos, por um sistema sem um sol. E este eu realmente não sei onde fica. Nunca foi encontrado tal sistema solar ou asolar.”

Rafael indaga “Mas o que iremos ganhar com isso? E como você pode nos dar com isso?”

“Sou um homem muito rico e poderoso. Posso oferecer tudo o que é possível nos Mundos Conhecidos.”

“ E se um homem quiser um exército para conquistar?” Rafael pergunta.

“As minhas tropas e todo meu poderio militar estarão ao seu dispor, para conquistar o que deseja”. Ele se afasta um pouco do pedestal. “Senhores, poderemos conversar mais agradavelmente com estômagos cheios. Meus serviçais me informam que o jantar está pronto.”

Ao andarem em direção a sala de jantar o cheiro de comida invade suas narinas e logo seus estomagos estão roncando de fome.

Na mesa se jantar, pratos suntuosos estão dispostos e há cadeiras para cada um dos convidados.

O Marquês senta-se na ponta da mesa e os barões em cada uma das laterias e o restante dos convidados em lugares determinados a eles pelos serviçais.

Após servirem a entrada e quatro pratos principais, a conversa segue animadamente sobre os feitos do marquês e dos convidados.

Jal sente uma corrente de ar fresco e comenta com ele mesmo, em voz baixa, com os dentes em um frango.

Enquanto a conversa se desenvolvia, Artur e Rafael, percebem um ponto vermelho no peito do Marquês. Eles se exaltaram, pois sabiam que era uma mira laser. E quando olharam para a parte de cima, onde havia o parapeito, dando acesso ao andar superior, uma figura encapuzada usava um rifle e o brilho da mira laser saia para seu alvo.

Ao tentarem avisar o marquês, o tiro ecoa pelo salão!

O marquês que começava a se levantar, e com o impacto da bala, cai no chão. Sangue começa a se espalhar por suas roupas e pelo chão. Ambos os barões levantam, mas Roberto vai ao auxilio do Marquês e Ivan começa a gritar ordens pelo rádio. Enquanto o misterioso assassino foge dentro dos recintos do 2º andar. Alexia corre junto ao pai, que jaz morto e começa a chorar.

O grupo se divide, com B’elkar, Jal, Rafael, Aih-Al-Tok e Taywinao encontro do assassino encapuzado.

Enquanto que Syn, Lorak, Arthur, Greghor e Ísis, foram ver onde a chave estava e/ou tentar pega-la ou garantir sua segurança. À medida que corriam em direção a sala, perceberam que Daji não estava na sala que se enchia de guardas e da equipe médica, tentando reviver ou auxiliar o marquês, de alguma forma.

Marquês Alexei Decados
Alexia Alexovna Decados

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